Curso de Sobrevivência em Ambiente Hostil da Minas Adventure Dias 25 e 26 de Novembro de 2017

Iniciação à Sobrevivência em Ambiente Hostil da Minas Adventure
Dias 25 e 26 de Novembro de 2017


2 dias 1 noite Básico
(Nível 1)
Descrição:
Criamos desafios, num ambiente muito próximo da realidade, para que você supere seus limites, descobrindo seu potencial e sua natureza humana.
A iniciação à sobrevivência Minas Adventure (Curso de Sobrevivência Nível 1) tem por finalidade instruir o aluno a sair de uma situação de risco ou sinalizar para ser localizado/resgatado.
Não tem caráter militar, apesar de sermos agentes: Guardas Civil Metropolitano, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Policial Militar e Ex-Militar Exército Brasileiro.
O cronograma tem a base de ensinar, busca de alimento, construção de abrigo, captação e purificação de água, fazer e manter fogo, orientar por sol e estrelas, básico de bússola e sinalizar pra resgate.


Ementa do treinamento:
Conteúdo:
Pisicologia da Sobrevivência
Primeiros Socorros relativo à atividade
Alimento
Água
Fogo
Abrigo
Sinalização
Orietação

Nossa proposta é que você não apenas saiba
montar um kit de sobrevivência,
muito mais, que você saiba Utilizá-lo.

Duração:
Inicia-se no Sábado às 8 h apresentação às 07:30h no Local
Retorna Domingo às16h

Inscrições de 30/Out à 20/Nov: 

Valor:
R$ 290,00 (Duzentos e Noventa Reais) curso
R$ 60,00 (sessenta Reais ) inscrição

R$ 350,00 (trezentos e cinquenta Reais) total

Outros informes:
-vagas limitadas
-transporte não incluso distância de BH até o campo de treino



Inscrever em:

Opção: "Curso de Sobrevivência"
É feito a matrícula no ato da inscrição para garantia da vaga,

Depósito:
Banco do Brasil
Agência 0463-2
Conta Corrente 31.496-X
Vagner Rabelo Tiago







CURSO BÀSICO de Sobrevivência em Ambiente Hostil da Minas Adventure Dias 23 e 24 de Setembro de 2017



Iniciação à Sobrevivência em Ambiente Hostil da Minas Adventure
Dias 23 e 24 de Setembro de 2017


2 dias 1 noite Básico
(Nível 1)
Descrição:
Criamos desafios, num ambiente muito próximo da realidade, para que você supere seus limites, descobrindo seu potencial e sua natureza humana.
A iniciação à sobrevivência Minas Adventure (Curso de Sobrevivência Nível 1) tem por finalidade instruir o aluno a sair de uma situação de risco ou sinalizar para ser localizado/resgatado.
Não tem caráter militar, apesar de sermos agentes: Guardas Civil Metropolitano, Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Policial Militar e Ex-Militar Exército Brasileiro.
O cronograma tem a base de ensinar, busca de alimento, construção de abrigo, captação e purificação de água, fazer e manter fogo, orientar por sol e estrelas, básico de bússola e sinalizar pra resgate.


Ementa do treinamento:
Conteúdo:
Pisicologia da Sobrevivência
Primeiros Socorros relativo à atividade
Alimento
Água
Fogo
Abrigo
Sinalização
Orietação
Nossa proposta é que você não apenas saiba
montar um kit de sobrevivência,
muito mais, que você saiba Utilizá-lo.

Duração:
Inicia-se no Sábado às 8 h apresentação às 07:30h
Retorna Domingo às16h

Valor:
R$ 290,00 (Duzentos e Noventa Reais) curso
R$ 60,00 (sessenta Reais ) inscrição

R$ 350,00 (trezentos e cinquenta Reais) total

Outros informes:
-10 vagas
-transporte não incluso distância de BH até o campo de treino



Inscrever em:

Opção: "Curso de Sobrevivência"
É feito a matrícula no ato da inscrição para garantia da vaga,







"Trilha Dos Bichos: Borboletas do PESV"

"Trilha Dos Bichos: Borboletas do PESV" (*) que acontecerá nestesábado dia 03/06 às 08h30min aqui no Parque Estadual Serra Verde em BH!  Atividade gratuita e livre para todos, não é necessário se inscrever. Convide sua família, filhos, amigos e colegas!

ONDE & QUANDO: 03 de junho (sábado), 08h 30min (com previsão de 2h30min de duração), na SEDE do Parque Estadual Serra Verde: rua da Cavalariça n°74, bairro Serra Verde, BH (ao lado da Cidade Administrativa – saiba como chegar: http://bit.ly/1Y1jyCI )

COMO PARTICIPAR: basta comparecer no dia e horário trazendo todo o seu espírito de aventura, a vontade de aprender e o gosto pelo contato com a natureza! Atividade gratuita e livre para todos, não é necessário se inscrever. Convide sua família, filhos, amigos e colegas!

SOBRE A TRILHA: as Unidades de Conservação tem como uma das primordiais funções a de preservar os recursos naturais de uma área, como a flora, a fauna, as águas e o solo. Nesta caminhada o visitante poderá conhecer sobre a nossa fauna, aprendendo um pouco mais sobre o comportamento e hábitos destes seres incríveis!

RECOMENDAÇÕES: trazer água, filtro solar, alimentação leve, usar calçado fechado, chapéu/boné, calça comprida e repelente de insetos.

CONTATO e mais informações: (31) 3455 5266 | 87072709 (whatsapp)

(*) IMPORTANTE: vale ressaltar que TODA a visitação está sendo realizada somente nas ÁREAS PÚBLICAS no interior do Parque Estadual Serra Verde, ficando excluídas de uso as áreas particulares ainda não regularizadas da UC.



Colaboração e Divulgação



"Porque não basta conhecer estar preparado é preciso
Se Prepare com a Minas Adventure"



Fale Conosco +55 31 9155 5040 TIM / WhatsApp
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Como fazer sua caminhada emagrecer mais do que academia, segundo estudo

Saiba como fazer sua caminhada emagrecer mais do que academia, segundo estudo




Muitas pessoas têm dúvidas sobre o melhor tipo de exercício para emagrecer. E engana-se quem pensa que se matricular na academia e fazer vários aparelhos e atividades diferentes é a opção mais eficaz. Segundo um estudo realizado no Reino Unido, a melhor forma de perder peso é simples e barata: fazer caminhadas.
O estudo foi feito por pesquisadores da London School of Economics, que compararam pessoas que fizeram caminhadas rápidas com outras que se dedicaram a atividades na academia ou esportes como o futebol.

O resultado comprovou que caminhadas rápidas de pelo menos 30 minutos feitas com regularidade ajudam a manter o Índice de Massa Corporal (IMC) mais baixo e a cintura mais fina, sem gordurinhas localizadas na barriga, principalmente em mulheres, pessoas acima de 50 anos e com rendimento baixo.

Além disso, fazer caminhadas é importante para melhorar o condicionamento cardiovascular e ainda ajuda a ter pernas mais torneadas.

Cursos de Rapel e Sobrevivênvcia Minas Adventure
Porque não basta conhecer, tem que estar preparado!
Curso de Sobrevivência


fonte internet: Mariana Bueno

Sistema de Redução de força

Sistemas de Vantagem Mecânica


Bloco de Polias ou Sistemas de Vantagem Mecânica… será que isso é realmente importante? A resposta é: SIM! E MUITO!

       Chamamos de Vantagem Mecânica um kit geralmente montado com polias e cordas (podendo ser improvisado com mosquetões no lugar das polias)tendo como função multiplicar a força aplicada, dessa forma dividindo o peso da carga, ou seja, é como se fosse uma alavanca para suspender algo pesado, difícil de ser movimentado somente com nossa força.
       Em situações onde existe a necessidade de tensionar uma corda para uma tirolesa, içar uma bolsa pesada em locais de difícil acesso, ajudar um colega a subir a corda, ajudar a si próprio a subir, retirar uma vítima de um poço ou espaço confinado, ou seja, sempre que tenhamos que aplicar uma força maior que a nossa para movimentar alguma coisa, o mais inteligente é montar um bloco de polias. Vamos entender como isso funciona :

Sistema 1:1
Sistema 1:1 e 1:1 com desvio de direção
Vamos considerar que a massa da carga seja 100 Kg. Observe a figura da esquerda: para que a carga suba, a força aplicada deverá ser superior a 100 kg, pois se aplicarmos exatamente 100 Kg a carga não sai do lugar – vai ficar “neutra”. Portanto, para que esta comece a subir, precisaremos aplicar uma força de aproximadamente 100,1 Kg. Na figura da direita temos uma polia, que está funcionando como desvio de direçãoou seja, não se movimenta com a cargaSerá que muda alguma coisa? Absolutamente, não! aliás, só piora, pois além de não oferecer vantagem mecânica aumenta o atrito gerado pela passagem da corda (atrito irrelevante, mas presente) e serve unicamente como desvio de direção, ou seja, ao invés de puxar de baixo para cima, puxo de cima para baixo.
Conclusão número 1: Polias fixas não oferecem vantagem mecânica, apenas mudança de direção. Na figura acima temos um sistema 1:1 (lê-se 1 pra 1), ou seja, preciso aplicar uma força superior a do peso da carga para que essa se movimente.

Sistema 2:1
Sistema 2:1 e 2:1 com desvio de direção
       Vejamos essa outra figura: na da esquerda temos uma polia móvel, ou seja, se movimenta com a carga; na figura da direita temos a mesma coisa, porém a corda sai da polia de baixo e passa mais uma vez por outra polia fixa, que faz unicamente o sentido da direção da tração mudar. Nos dois casos temos um sistema 2:1 (lê-se 2 pra 1), ou seja, multiplico a força aplicada por 2 / divido o peso da carga por 2, o que quer dizer a mesma coisa, pois são inversamente proporcionais. Como o peso da carga é de 100 Kg, nesse caso vou puxar 50 Kg, ou seja, a metade. E qual das opções é a melhor? Logicamente a da esquerda, pois a corda sai direto da carga, sem passar pela polia de mudança de direção que aumenta um pouco o atrito; aliás, na verdade ocorre que teremos uma vantagem mecânica TEÓRICA, que é essa que transforma os 100 Kg em 50 Kg e a vantagem mecânica REAL, ou seja, se esse sistema for medido por algum equipamento eletrônico (como um Dinamômetro), a carga pesaria aproximadamente 60 Kg.
Conclusão número 2: Polias móveis oferecem vantagem mecânica. Para sabermos qual é a vantagem mecânica do sistema, basta contar quantas cordas saem da carga. Essa regra vale para Sistemas de Vantagem Mecânica SimplesNos Sistemas Simples a polia móvel fica posicionada junto da carga, ou na mesma corda da carga.
Sistema 3:1 ou "Z"
Sistema 3:1 ou “Z” e 3:1 com desvio de direção
       Agora pense: qual sistema temos acima? quantos ramais (ou cordas) saem da carga? Parabéns se você respondeu 3; esse é um Sistema 3:1 (3 pra 1), ou Sistema em “Z”, por causa da letra “Z” que é formada. Ele divide o peso da carga por 3 ou multiplica a força aplicada por 3, entenda como quiser. O que podemos fazer para deixar esse bloco mais “limpo”? ao invés de utilizarmos duas polias simples em cima podemos usar uma dupla! Economizamos um mosquetão, e fica a mesma coisa, conforme figura abaixo:
Sistema 3:1 Estendido
Sistema 3:1 Estendido
       Continuamos com um sistema 3:1, ou em “Z”, agora mais organizado, liberando um mosquetão, que às vezes, faz uma falta danada!!!! Se quiser mais um mosquetão livre, prenda o nó Oito Duplo no mesmo mosquetão da polia inferior.
       Conclusão número 3: Sempre que o nó estiver na carga, o sistema será ímpar (1:1, 3:1, 5:1…). Sempre que o nó estiver na ancoragem, o sistema será par (2:1, 4:1, 6:1…).
Bloco de polias 2, 3, 4 e 5:1
Sistemas 2:1, 3:1, 4:1 e 5:1 Estendidos

       Da esquerda para a direita: 2:1, 3:1, 4:1 e 5:1 – perceba que no caso dos Sistemas Simples basta contar quantas cordas saem da carga para saber a VM (vantagem mecânica) do sistema.
       Uma coisa muito importante na hora de decidir qual sistema montar: qual a altura útil do bloco? ou seja, quantos metros de profundidade (no caso de um poço ou outro espaço confinado) eu consigo alcançar? A resposta é: depende do sistema montado e da quantidade de corda disponível. Por exemplo: um homem caiu num poço de 20 metros de profundidade: Será possível efetuar o resgate com uma corda de 50 metros utilizando um sistema 4:1 Estendido? A resposta é não, pois 4 (vantagem mecânica do sistema) x 20 (profundidade do poço) = 80, ou seja, será necessário um mínimo de 85 metros de corda (80 metros de corda distribuída nas 4 vias do bloco Estendido mais 5 metros para uso do socorrista). Nesse caso o sistema mais recomendado seria um 2:1, pois 2 x 20 = 40, ou seja, 40 metros de corda vão ficar distribuídos no bloco de polias, sobrando 10 metros para uso do socorrista. Veja a figura abaixo:
Bloco de Polias 4:1 Estendido
Bloco de Polias 4:1 Estendido com tripé
       Conclusão número 4: Tenha certeza de que o bloco de polias irá chegar até a vítima, pois a quantidade de corda disponível têm que permitir a montagem do sistema escolhido. Na dúvida, monte um Sistema Reduzido (veja logo abaixo).
       Agora pense: se você estiver subindo a vítima e acontece algum incidente, tipo, uma diarreia ou um enxame de abelhas te atacando, seria possível manter a calma e terminar de subir a vítima antes de soltar a corda e sair correndo? Difícil… Para não correr esse risco é obrigatório  montar algo que faça o bloco travar automaticamente caso a corda escape da mão do socorrista. Chamamos isso de Captura de Progresso.Essa é a conclusão número 5!!!
       A Captura de Progresso pode ser montada com um bloqueador mecânico (Rescucender, Ropegrab, Gibbs, Trava-quedas, etc) ou com nós blocantes (como o Prussik e o Marchard). Apesar de ser mais fácil e prático o uso de bloqueadores mecânicos, equipes de resgate e salvamento estaduais (bombeiros) costumam utilizar nós bloqueadores.
       A figura abaixo ilustra como o Nó Prussik desempenha importante função com as polias, caso a corda escape das mãos do socorrista:
Captura de Progresso com nó Prussik
Captura de Progresso com dois cordins e nó Prussik

 Um vídeo para compreender melhor:
 
    Muito bem! estamos bem familiarizados com os Sistemas de Vantagem Mecânica Estendidos, que são os mais fáceis. Como pode observar, nem sempre eles são a melhor opção, principalmente devido a grande quantidade de corda necessária. Mas eis que surge uma luz no fim do túnel: Sistemas de Vantagem Mecânica Reduzidos. Nesse caso, apenas uma corda fica em contato com a carga (vítima) e o bloco de polias fica montado próximo da ancoragem, reduzindo significativamente a quantidade de corda empregada. Veja os exemplos:
Sistemas 3:1 e 5:1 Reduzidos
Sistemas 3:1 e 5:1 Reduzidos
       Na figura acima o sistema é reduzido EM LINHA, pois a captura de progresso está ALINHADA com o bloco. É utilizado quando é possível trabalhar com o tripé ou ponto de ancoragem em altura compatível com o alcance das mãos do socorrista, que controlará o bloco diretamente acima da boca de visita do espaço confinado. É recomendado em situações onde o solo é estável e o diâmetro do espaço confinado é menor que a distância das patas do tripé. Agora, caso o diâmetro seja grande ou a altura do ponto de ancoragem impedir o socorrista de alcançar a captura de progresso, podemos montar o mesmo sistema, porém com um DESVIO DE DIREÇÃO, facilitando sua operação e tornando-a mais segura, pois a equipe irá trabalhar distante da boca de visita. Veja os exemplos:
3:1 Reduzido com desvio
3:1 Reduzido com desvio, utilizando blocante mecânico e descensor auto-blocante
3:1 Reduzido com desvio
3:1 Reduzido com desvio, utilizando somente cordeletes
Observe que nas figuras acima o bloco é reduzido, com a única diferença: será montado com ponto de ancoragem fora do tripé. AVISO IMPORTANTE: sempre que utilizar tripés tenha total atenção para as ancoragens, pois deverá haver NO MÍNIMO  uma ancoragem contrária ao sentido de tração (chamada de CONTRA-ANCORAGEM); o ideal seriam três, de forma que o tripé fique totalmente imóvel independente do senti de tração. Se isso não for observado, o tripé irá tombar!!!
3x1 Estendido com tripé
3×1 Estendido com tripé. Corda vermelha funcionando como CONTRA-ANCORAGEM

     Em um resgate real, no caso dos Sistemas Estendidos, o socorrista desceria até a vítima, efetuaria a ancoragem dela ao bloco e ambos subiriam juntos e isso poderia ser feito somente com o bloco de polias. Porém, quando utilizamos Sistemas Reduzidos o papo é outro… agora é obrigatório o uso de um freio para descer o socorrista e depois o uso do bloco de polias para subir ele e a vítima. Segue abaixo aplicação do Sistema Reduzido passo a passo:
Acesso ao espaço confinado e subida do socorrista
Esquerda: acesso ao espaço confinado; Direita: subida utilizando sistema 3:1 com recuperação da folga da corda roxa (corda de segurança) através do freio oito.
       Observe que a descida é feita pelo freio oito na corda roxa e a corda amarela apenas passa por dentro de uma das roldanas da polia dupla (até esse momento sem função); enquanto o socorrista prepara e ancora a vítima a equipe de solo efetua a trava do oito e monta o bloco. Quando estiverem prontos para subir, efetua-se o desbloqueio do freio e ambos sobem através da corda amarela, onde o bloco estará montado. A folga da corda roxa deverá ser recolhida. Em determinado momento a polia inferior encostará na polia superior e não será mais possível subir a vítima – aí será necessário resetar o sistema, ou seja, descer um pouco a vítima para que fique suspensa pelos cordins azuis, e levar a polia inferior e os cordins vermelhos mais para baixo e tornar a puxar. Esse processo de puxar e resetar será feito até que ambos estejam fora do poço. Essa é a grande desvantagem dos sistemas reduzidos: são mais demorados devido a necessidade de resetar, porém utilizam uma quantidade menor de corda.
       É possível utilizar várias combinações de equipamentos para montar os blocos de polias. Acho, particularmente, que utilizar bloqueadores mecânicos ao invés de cordins com nó Prussik torna a montagem e uso mais simples além de reduzir a folga (fator de queda) que pode existir caso os cordins sejam grandes demais. Vamos agora para nosso último exemplo de sistemas reduzidos – esse eu considero o mais simples, eficiente e funcional:
Acesso ao espaço confinado e subida do socorrista
Acesso ao espaço confinado através de I´D e subida do socorrista com sistema 5:1.
       Olha só que bizú quente! Usando o ID torna-se desnecessário o uso dos cordins e do freio oito, pois o ID já é um descensor e também funciona como captura de progresso. Tudo fica mais simples: o socorrista desce no ID e enquanto prepara a vítima a equipe de solo instala as polias e o bloqueador mecânico (podem ser dois cordins). Mas porque montar um bloco 5:1 e não um 3:1? Por que quando tracionamos apenas uma pessoa o sistema 3:1 até que dá conta, mas com duas pessoas (socorrista e vítima) fica bem mais pesado; com o sistema 5:1 isso fica mais fácil. E se montarmos um bloco 4:1? Não dá, pois: só é possível montar blocos reduzidos em sistemas ímpar.
       E se eu não tiver uma placa de ancoragem? Monte tudo em bloco aproveitando o furo inferior da polia dupla.
Acesso ao espaço confinado com I´D e subida do socorrista com sistema 5:1 Reduzido em bloco
Acesso ao espaço confinado com ID e subida do socorrista com sistema 5:1 Reduzido em bloco.
       O exemplo acima deve ser montado na seguinte ordem: ancore a polia dupla sem passar a corda; prenda o ID no furo de baixo, instale a corda nele e desça o socorrista; enquanto ele prepara a vítima você abre o mosquetão da polia e prende uma de suas placas (muito cuidado para não escapar de sua mão – recomendo ancorar a corda para evitar o risco de queda do bloco dentro do espaço confinado); instale um bloqueador mecânico ou dois cordins na corda da vítima juntamente com outra polia dupla e efetue a passagem da corda por elas, começando pela polia inferior (sempre em sentido horário ou anti-horário – cuidado para não cruzar as cordas, pois dificultará a subida); feche as placas das polias e confira as travas dos mosquetões – pronto! você acaba de montar um bloco 5:1 com ID. Importante:  mantenha a alavanca do ID na posição “C” ou “E”, pois se estiver na posição “B” ele não permitirá a passagem da corda e o bloco ficará travado. Para maiores informações sobre como utilizar o ID clique aqui.
       Existem ainda outras duas combinações, não muito comuns, mas que vale a pena conhecermos: os Sistemas Independentes e os Sistemas Combinados.
       Um Bloco de Polias Independente atua sobre a carga, mas não faz parte dela, ou seja, traciona a corda onde ela está ancorada mas pode ser retirado, depois que a folga gerada for eliminada:
Bloco de polias 4:1 Independente
Bloco de polias 3:1 Estendido Independente


       Nos Sistemas de Vantagem Mecânica Combinados um sistema simples traciona outro sistema simples. Garantem grande multiplicação de força, porém dão um pouco de trabalho para serem montados e devido a esse alto rendimento ficam muito lentos para subir. Por exemplo: se monto um bloco 6:1, a cada seis metros de corda tracionado a carga subirá apenas um. A não ser que você esteja sozinho e não aguente puxar socorrista e vítima em um bloco 4:1 ou 5:1, um sistema combinado será bem vindo; caso contrário, não valerá a pena. Para calcularmos sua VM basta multiplicar um sistema pelo outro. Abaixo alguns exemplos:
Sistemas de Vantagem Mecânica Combinados
Sistemas de Vantagem Mecânica Combinados.
Da esquerda para a direita: 4:1 (2:1 tracionando 2:1), 6:1 ( 2:1 tracionando 3:1) e 9:1 (3:1 tracionando 3:1).


       Para finalizar, um breve resumo:
    Nos Sistemas Simples a polia móvel está posicionada na carga. Podem ser Estendidos ou Reduzidos.Quando são montados fora da corda da carga chamamos de Independentes. Para sabermos a VM basta contar quantas cordas saem da carga.
     Nos Sistemas Combinados um sistema simples traciona outro sistema simples. Para sabermos a VM basta multiplicar um sistema pelo outro.

fonte http://www.salvamentobrasil.com.br
Passeio de TREM - com rapel Minas Adventure



inscreva-se:


Valor R$ 150,00 (cento e cinquenta reais)
Pagamento por meio de depósito até o dia 10/01/2017. ou enquanto tiver passagens
Cartão somente até o dia 08/01 - R$150,00 divide até de 3x R$55,00

Roteiro:
6:30h - Encontro estação BH chamada e embarque
7:00h - Saída do trem
9:00h - Chegada em Barão de Cocais
10:30h - Chegada na cachoeira da pedra pintada 
11:30h - Início do rapel ---------------------------> Para 08 associados e alunos.
16:00h - Retorno para Barão de Cocais
18:00h - Embarque estação Dois Irmãos
18:30h - Partida trem
20:10h - Chegada em BH

Incluso
Passagem de trem passageiro classe econômica, taxa de entrada na cachoeira, guia, seguro, caminhada nível médio de 1km, instrução e uso de equipamento de rapel, uma descida com instrutor.

15 vagas passeio
sendo apenas - 8 vagas de rapel


O que levar
roupas claras e leves
roupas de banho
tênis ou botas, meias grossas
boné ou chapéu

uma mochila com objetos pessoais
alimentos leves suficientes para todo o passeio
um cantil ou vasilha com água
uma toalha
uma muda de roupa e um calçado extra
máquina fotográfica
protetor solar
óculos escuros

documento de identidade

Documento de identidade
Pode ser Carteira de identidade, carteira de habilitação, carteira de trabalho, carteira de conselhos regionais de trabalho ou passaporte válido.

A alimentação ideal para os passeios é:
sanduíches naturais (preferência sem maionese)
frutas
chocolates 
doces
biscoitos
bebidas isotônicas, sucos, água e produtos energéticos



"Porque não basta conhecer estar preparado é preciso
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